Perguntas que todo mundo vai fazer
Valores de referência em 09/10/2026, usando o salário mínimo de R$ 1.621. As taxas seguem o salário mínimo vigente na data da cobrança, portanto podem mudar.
Renovação anual por pessoaR$ 113,477% do salário mínimo. Com renovação conjunta de todos: aproximadamente R$ 102,12 por pessoa.
Troca de um dependenteR$ 486,3030% do salário mínimo. É uma taxa por pessoa substituída.
Possível expansão do parqueR$ 324,2020% do salário mínimo por contrato. Dividindo entre 10 pessoas: R$ 32,42 por pessoa.
Base oficial: Decreto nº 12.797/2025. Regras do parque: cláusulas 2.5, 4 e 7 do modelo recebido, marcado “sem valor comercial”; precisam estar confirmadas na contratação efetiva.
Se outra pessoa não pagar, eu também posso ficar sem entrar?
Sim, existe esse risco mesmo que você tenha pago tudo em dia. O parque recebe os pagamentos de um contrato compartilhado. Se a falta de pagamento de alguém resultar em pendência no contrato ou na renovação, o acesso do titular e dos dependentes pode ser suspenso até a regularização, conforme as cláusulas 3.2, 4.4 e 5.2 do modelo recebido.
O atraso entre o participante e Gustavo não provoca automaticamente uma suspensão pelo parque; o risco surge se ele comprometer a regularidade do contrato. Por isso, cada pessoa precisa manter sua parte em dia.
Todo mundo vai conseguir acompanhar quem pagou e quem está devendo?
Sim. Teremos uma página de acompanhamento dos pagamentos acessível aos participantes do grupo. Ela mostrará, por participante, a entrada e as parcelas pagas, os vencimentos, o saldo restante e o status: em dia, pendente de confirmação ou inadimplente (parcela vencida e não paga).
A situação financeira de cada participante ficará visível para a família nesse acompanhamento. Quem aderir precisa estar ciente dessa transparência. Gustavo confirmará os pagamentos recebidos; um pagamento ainda não conferido ficará como pendente de confirmação.
A página de acompanhamento ainda será disponibilizada. O link será enviado ao grupo quando estiver pronta. Ela não está ativa nesta página de apresentação.
Posso pagar à vista? Quanto fica?
Sim: R$ 585 em pagamento único. São R$ 65 de desconto, equivalentes a 10% dos R$ 650. Você quita a adesão e não paga as 12 parcelas. Combine a forma e a data do pagamento com Gustavo.
O desconto é oferecido no combinado familiar. A renovação anual e eventuais taxas de troca ou expansão do parque continuam separadas. Se desistir depois de quitar, não há saldo de adesão, mas não há reembolso automático.
Quanto pago por ano? Isso já está nos R$ 650?
Não está incluído. Além dos R$ 650 de adesão, existe a renovação anual: hoje, R$ 113,47 por pessoa. Se todos renovarem juntos, o desconto contratual de 10% reduz o valor para aproximadamente R$ 102,12 por pessoa, conforme o arredondamento aplicado pelo parque.
Para se preparar, guardar R$ 9,46 por mês cobre a renovação sem desconto nos valores atuais. Isso é uma reserva pessoal, não uma mensalidade extra. Para três pessoas da mesma casa, a referência anual é R$ 340,41 sem desconto ou aproximadamente R$ 306,37 com a renovação conjunta de todo o grupo.
A cobrança começa a cada período de 12 meses a partir do mês de entrega da primeira fase. O vencimento efetivo ainda deve ser confirmado com o parque.
Se eu desistir no meio, quanto ainda falta pagar?
O combinado familiar é resolver o saldo assumido; deixar de frequentar o parque não cancela as parcelas do grupo. No parcelamento, o saldo é R$ 650 menos tudo o que você já pagou. Quem pagou R$ 585 à vista já quitou a adesão e não tem saldo dessas parcelas. Converse com Gustavo antes de parar de pagar.
Exemplo na opção padrão: entrada de R$ 170 + 3 parcelas de R$ 40 = R$ 290 pagos. Restam R$ 360 (9 parcelas de R$ 40). Após 6 parcelas, restam R$ 240; após 9, restam R$ 120.
Esse saldo não é uma multa de desistência. É a parte ainda não paga da adesão. A vaga deve voltar à gestão de Gustavo; a substituição depende da aprovação dele e só libera você do saldo se ele aceitar expressamente a nova divisão de responsabilidade. Quem sair paga a taxa de substituição, separadamente.
E se eu simplesmente não quiser usar mais? Recebo de volta?
Não existe devolução automática apenas por deixar de usar a vaga. O combinado prevê devolução do valor pago pela adesão quando uma vaga em atraso for efetivamente vendida e a substituição regularizada, conforme a pergunta sobre perda da vaga por falta de pagamento. Se a vaga estiver quitada, não há mais parcelas de adesão a pagar, mas parar de usar não gera reembolso automático do valor pago (R$ 650 no parcelamento ou R$ 585 à vista). Se houver saldo, ele precisa ser resolvido com Gustavo.
Qualquer devolução ou acerto será analisado conforme a situação, o acordo e os direitos legais aplicáveis. O modelo do parque prevê rescisão em determinadas situações sem restituição; isso não significa que todo pedido de cancelamento tenha a mesma consequência.
Posso vender ou passar minha vaga para outra pessoa?
Não por conta própria. No combinado familiar, a vaga só pode ser devolvida à gestão de Gustavo, e qualquer venda, cessão ou substituição depende da aprovação dele. Você não pode escolher um comprador, negociar diretamente com terceiros ou entregar o cartão para outra pessoa usar.
Para sair, fale diretamente com Gustavo. Ele aprova o novo participante e as condições do repasse. Quem sair paga a taxa de substituição prevista pelo parque: 30% do salário mínimo vigente, hoje R$ 486,30 por dependente. Essa taxa é separada do saldo da adesão e da eventual devolução.
Exemplo com adesão quitada: se o repasse aprovado resultar na devolução dos R$ 650 pagos, você recebe R$ 650 e paga separadamente R$ 486,30 de taxa. O resultado líquido é R$ 163,70. Se quitou à vista por R$ 585 e esse valor for devolvido, o resultado líquido é R$ 98,70.
Devolver a vaga à gestão de Gustavo não significa recompra imediata ou garantida por ele. A devolução financeira depende da conclusão do repasse combinado e da regularização com o parque. A renovação anual continua separada.
E se eu quiser transferir antes de terminar de pagar?
Você deve solicitar a saída diretamente a Gustavo. A vaga não pode ser vendida por você a outra pessoa; o repasse depende da aprovação de Gustavo e da regularização com o parque.
É preciso resolver o saldo da adesão, e quem sair paga a taxa de substituição. Um novo participante só assume o saldo se Gustavo aprovar expressamente esse acerto.
Depois da entrada de R$ 170 e de 3 parcelas de R$ 40, você pagou R$ 290 e ainda tem R$ 360 de saldo. A taxa atual de substituição é R$ 486,30. Sem um acordo aprovado para outra pessoa assumir o saldo, são R$ 846,30 a resolver: saldo de R$ 360 + taxa de R$ 486,30.
O acerto do saldo e de eventual devolução será definido com Gustavo antes da troca. O custo da taxa permanece com quem sair.
Trocar uma pessoa custa 30% dos R$ 650?
Não. Para trocar um dependente, o modelo prevê 30% do salário mínimo: hoje R$ 486,30. Não são R$ 195 (30% dos R$ 650).
Transferir a titularidade do passaporte inteiro é outra operação: o modelo prevê 30% do valor de aquisição do passaporte. Uma pessoa do grupo não pode vender o passaporte de todos. Antes de qualquer transferência, o parque precisa confirmar qual regra e taxa se aplicam.
Se o parque aumentar ou criar novas atrações, quanto fica?
O modelo prevê possível taxa de expansão de 20% do salário mínimo por contrato: hoje R$ 324,20. Se esse custo for dividido igualmente entre as 10 pessoas, fica R$ 32,42 por pessoa.
Isso não é uma cobrança já confirmada, nem uma taxa anual. A inclusão de futuras atrações pode depender de expansão, upgrade ou aditivo. Gustavo vai confirmar com o parque as condições e combinar o rateio antes. Se participarem menos de 10 pessoas do rateio, o valor individual muda.
Quanto muda se o salário mínimo subir?
Os R$ 650 e as parcelas combinadas de adesão continuam no valor acordado. As taxas vinculadas ao salário mínimo seguem o valor vigente na cobrança.
Exemplo hipotético, não previsão oficial: se o salário mínimo fosse R$ 1.800, a renovação seria R$ 126 por pessoa (R$ 113,40 com desconto conjunto); a troca seria R$ 540; e a expansão seria R$ 360 por contrato, ou R$ 36 para cada uma das 10 pessoas.
A cada R$ 100 de aumento no salário mínimo: a renovação sobe R$ 7 por pessoa, a troca sobe R$ 30 e a expansão sobe R$ 20 por contrato.
Posso pular a renovação no ano em que não for usar?
O modelo prevê suspensão do acesso do titular e dos dependentes quando a renovação não é paga. Ele não esclarece se um dependente pode deixar de renovar sozinho, nem se períodos sem uso geram taxas acumuladas.
Não conte com isenção individual por falta de uso. Antes de decidir, confirme com Gustavo e com o parque o efeito sobre o grupo e o custo para reativar o acesso.
Se eu atrasar ou não pagar, posso perder minha vaga?
Sim. No combinado familiar, em caso de atraso ou falta de pagamento, Gustavo poderá organizar a venda e o repasse da vaga para outra pessoa, após avisar o participante e dar oportunidade de regularização. A finalidade é evitar que a pendência comprometa o contrato e o acesso de toda a família.
Se a venda for concluída e a substituição for regularizada com o parque, será devolvido ao participante o valor que ele já pagou pela adesão. Quem sair paga a taxa de substituição. A devolução dos valores de adesão e o pagamento da taxa serão tratados separadamente; a substituição depende da aprovação de Gustavo e da regularização com o parque.
Exemplo: entrada de R$ 170 + 3 parcelas de R$ 40 = R$ 290 pagos. Se a vaga for vendida e repassada nessas condições, a devolução da adesão será de R$ 290. Quem sair paga separadamente a taxa de substituição do parque, atualmente R$ 486,30. Nesse exemplo, a taxa é R$ 196,30 maior que os R$ 290 devolvidos.
A devolução depende da conclusão da venda e da regularização da troca; não é imediata nem há garantia de encontrar comprador. Até o acerto do repasse, o saldo e as responsabilidades precisam ser resolvidos com Gustavo. Essa regra trata da adesão à vaga; valores já usados para renovação anual ou serviços do parque não integram esse exemplo de devolução.
E se eu atrasar uma parcela?
Na opção padrão, uma parcela em atraso corresponde a R$ 40; duas, a R$ 80; três, a R$ 120 de principal. Avise Gustavo antes do vencimento. Não estamos acrescentando uma multa familiar nesta página.
Atrasos do contrato principal podem suspender o passaporte de todo o grupo. O modelo prevê possibilidade de rescisão por inadimplência superior a 90 dias, mencionando três parcelas, sem restituição dos valores pagos e com cobrança de obrigações pendentes. Encargos do parque dependem da proposta efetiva; o documento recebido não informa seus percentuais.
O passaporte vitalício inclui tudo para sempre?
Não. O acesso vale durante a vida do titular e dos dependentes, enquanto o empreendimento operar e as obrigações forem cumpridas. Segue o calendário normal de funcionamento, regulamento e restrições de segurança.
Alimentação, bebidas, estacionamento, armários, eventos especiais, hotelaria, áreas reservadas, serviços de terceiros e futuras atrações cobradas à parte não estão incluídos, salvo benefício expresso. Ter desconto não significa ter gratuidade.
O que mais preciso saber antes de confirmar?
O acesso é nominal, para pessoas cadastradas e regulares. Menores devem estar acompanhados por responsável. Todos precisam respeitar as regras e restrições das atrações. O contrato também contém autorização de uso de imagem e voz captadas no parque para divulgação.
Confirme com Gustavo a forma de pagamento, os vencimentos e sua concordância com os combinados, incluindo a aprovação obrigatória de Gustavo para qualquer repasse, o pagamento da taxa de substituição por quem sair, o risco de suspensão coletiva, a possibilidade de repasse da vaga por inadimplência com devolução após a venda e a visibilidade dos pagamentos para os participantes do grupo. Este FAQ explica o contrato e a organização familiar; não substitui a contratação efetiva nem elimina direitos legais.